Na última semana e no final de semana, o prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) continuou a criticar o G11, dizendo que não aceita a postura dos vereadores rebelados. Mostrou isso com a exoneração de 8 assessores indicados por Zé Carlos (PDT), Canário (PT) e Cidão Santos (PPS). Tirou Zé Carlos da liderança da bancada, passando para Pedro Serafim e até cogitou a expulsão do pedetista, mas conteve-se ao ver que não teria apoio dentro do partido, por Zé Carlos ser aliado de seu desafeto, Paulinho da Força, presidente estadual do PDT. O prefeito pediu que os partidos aliados também endureçam, para tentar forçar os parlamentares a apoiar o governo novamente, ameaçando-os de expulsão.
A atitude extrema de Hélio de nada adiantou. O G11 se reuniu e continua forte e disse que o prefeito pode fazer o que quiser com os cargos que estão sob sua caneta. E prometeram que vão fiscalizar ainda mais e exercer o poder que têm, como vereadores, independentes do Executivo. "Hélio tem que entender que vivemos em um país democrático, a ditadura acabou faz tempo. Se ele não vê isso, está no país errado", disse um integrante do grupo.
O recado foi dado. O grupo até fez piada, dizendo que o prefeito quis forçar que a sessão de hoje ocorresse para aprovar os projetos de seu interesse a tempo de serem sancionados, independente de o Legislativo sempre derrubar a sessão quando um vereador ou ex-parlamentar morre, como ocorreu hoje, com a morte do ex-presidente da Câmara, Geraldo César Bassoli Cezare, que foi vereador de 1977 a 1982 e de 1979 a 1981 presidiu o Legislativo. "Se a sessão ocorresse, seria óbvio que foi uma clara interferência do Executivo na Casa", disse um vereador do G11. "Prevaleceu o bom senso", finalizou.
Acompanhe amanhã, no Jornal Capital e neste blog, mais notícias sobre a disputa entre Hélio e o G11.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
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Acredito que o Dr.Helio vai pastar um pouco na mao do G11.
ResponderExcluirJa ouvi deles mesmos que nao estao nem um pouco interessados nas regionais, estao sucateadas e nao servem mais para o proposito dos mesmos que e obter capital politico.